“Sofro calado”…

(acordar e ter um mundo mais pequeno, parecer que o mundo já não existe – e não, aquele mundo que nos fazia o que éramos acaba-se…)

Adeus, Tia, e desculpe os dias de demora na nossa troca de mensagens. Não sabia o que dizer, como dizer, como lhe fazer bem.

Um beijo com a duração do para sempre.

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Smile


Há paixões inexplicáveis, são-no só porque são, são parte do que sinto como sinto.

Mesmo com alguns já ausentes fisicamente, é triste viver ao mesmo tempo em que um dos meus se vai já ausentando.

A reportagem abaixo é um hino à humildade, à fragilidade feita força, à vida como arte suprema. Uma lição plena.

Live in peace, Anthony Dominick Benedetto.

https://www.aarp.org/entertainment/celebrities/info-2021/tony-bennett-alzheimers.html

A Tropa pt2

“Ou se é o vento ou a bandeira, e nós aqui somos o vento, quem dita a direção da bandeira. Por isso tudo tem de estar muito claro. Regras rígidas e simples”:
https://www.dn.pt/sociedade/o-exercito-de-camuflados-por-detras-da-vacinacao-13700301.html.
Neste momento, inexplicavelmente tendo em conta o que senti/ expressei há alguns anos (https://lookingforjohn.wordpress.com/2010/09/21/a-tropa/), sinto um certo “orgulho” em ter sido militar (orgulho não… é mais uma identificação…). 🤨
Muita inutilidade e muita coisa desnecessária, uma filosofia de serviço militar obrigatório muito questionável, mas afastadas estas, muita organização, muito foco na coisa prática e no método.
Revejo-me nisso…

Impacto Interior…

A empatia é um exercício difícil, tal como o discernimento. Este filme mexe durante e após. Questiona, mostra o real (a que tantas vezes nos alheamos) e também mostra o inesperado, as reacções verosímeis que se tornam óbvias depois que as vemos noutros que não nós mesmos. “Talvez agissemos assim se estivessemos na mesma posição” – é o pensamento que vai assaltando.

Este filme é uma terapia assente no embate com realidades que existem mas não “vemos”.

P.S.: Choca-me que tenha começado por ver os dois mundos opostos pelo lado do que não tenho: o suspiro por não fazer parte do polo “superior”. Só mais tarde (não muito, mas foi só depois) reparei que estou bem acima do polo “inferior”. Nem o conformismo de aceitarmos tudo sem pensar em poder melhorar, nem a falta de reconhecimento do tanto que já se tem – não quero ter o primeiro nem perder o segundo.

O nada…

Não são precisas imagens explícitas. Basta a descrição das memórias distantes destes que eram crianças e jovens na altura, mesmo que se racionalize que a memória pode alterar os factos, para que se tenha medo de tentar imaginar o que terá sido, o que terão vivido aqueles seres humanos (às mãos doutros humanos).
De novo, quando se é alguém que “sente”, o medo sequer de imaginar e chegar a sentir o mesmo que estas pessoas sentiram é incapacitante, é mais forte do que a vontade de conhecer…
Pode alguma coisa ser pior do que aquilo que causa tal medo??

Na RTP Play: https://www.rtp.pt/play/p8083/belsen-a-historia-desconhecida

damn simple

Um regresso daqueles!

“Friends and foes and princes
Are all just human in the end
This is so damn simple”

Pois é… (pra quê isso tudo, esse existir anti-natural, esse viver num estado de comparação com os outros, esse orgulho, “and all that sh***”?…)

Snow Patrol – Empress

O que queremos no Natal?…

“If you could have anything in the world, without limitation, What do you want for Christmas?”

What Do You Want for Christmas? | A Short Film from Andy Miller(Detroit e Chicago)

2011: …quero Paz. Vida. Amigos. Amigos Felizes. Olhares felizes. Frio. “Calor”. Simbolismos. Família. Harmonia. Clarividência. Altruísmo. Mãos dadas. E os olhares e sorrisos dos meus dois ajudantes de Pai Natal…
2012: queria o impossível… que o espírito natalício se estendesse ao ano todo, e a toda a gente…  😐